Piracicabano, Erik Mendes cita principal motivo para acerto: “coração falou mais alto”

Na tarde da quarta-feira, 26, o atacante falou pela primeira vez como jogador do XV de Piracicaba.

27/09/2018 | 09:39
Última atualização: 27/09/2018 | 13:48

Fotos: Dayanne Arthur.

Erik Mendes iniciou sua trajetória no futebol no Vasco. Ainda como atleta de base, passou por Guarani e Palmeiras, onde teve sua primeira experiência como profissional. Depois defendeu Tombense/MG, Santa Clara de Portugal, Mirassol, Red Bull e Desportivo Brasil até, aos 24 anos, realizar um sonho antigo: vestir as cores do time da sua cidade. Na tarde da quarta-feira, 26, o atacante falou pela primeira vez como jogador do XV de Piracicaba.

Filho de Dicão, ex-centroavante de Corinthians, Atlético/PR, e que balançou as redes adversárias como jogador do Nhô Quim no início dos anos 90, Erik Mendes tem esse motivo à mais para celebrar o acerto com o Alvinegro.  “É um prazer enorme e uma satisfação muito grande chegar ao XV, por ser um clube de tradição, ter uma camisa pesada e também por eu ser piracicabano. Já ouvi muitas histórias do meu pai e agora vou ter a oportunidade de jogar aqui”, disse.

Diante de todos esses fatores, acrescenta-se mais um que facilitou o acordo. “Não foi difícil, porque o Diego Cope (gestor de futebol) e eu trabalhamos juntos no Desportivo Brasil. Então, quando ele veio para cá, já houve esse interesse, de ambas as partes, para que eu acertasse com o XV. Além disso, o coração falou mais alto. É minha cidade, minha mãe, que é meu porto seguro, e toda a minha família são quinzistas, e farei de tudo para honrar essa camisa”, externou.

O Nhô Quim inicia sua caminhada na segunda fase da Copa Paulista na próxima sexta-feira, 28, às 20h00, no Barão da Serra Negra, contra o Taubaté, e o atacante confia que a equipe pode chegar longe no torneio. “Acredito que podemos brigar pelo título, porém vamos almejar uma coisa de cada vez. Primeiro foi a classificação para a segunda fase, que foi conquistada, e neste momento temos que pensar em um jogo de cada vez, para chegarmos ao mata-mata”, falou.

O atleta ainda comentou sobre suas características em campo e se colocou à disposição para contribuir com o técnico Cléber Gaúcho e seus novos colegas de time. “Eu prefiro atuar como um nove mesmo, um centroavante, mas também faço o extremo quando necessário. Na verdade, eu quero é jogar, independente da posição (risos), e ajudar meus companheiros. Isso é o que importa. Cheguei para somar, ser mais um e colaborar com todos”, concluiu.

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