Ergolife: Investir na qualidade de vida do trabalhador aumenta a produtividade

A coordenadora de ginástica laboral da Ergolife, Fabiana Berto, fala sobre um dos um dos grandes desafios do mercado corporativo.

01/10/2017 | 11:00
Última atualização: 01/10/2017 | 10:26

Foto: Banco de imagens (Pixabay)

O termo Qualidade de Vida tem sido muito utilizado na atualidade, mas nem sempre é empregado corretamente. Para algumas pessoas, ter qualidade de vida trata-se exclusivamente da aquisição de bens materiais, como casa de campo, férias em lugares maravilhosos, carro do ano e pouco trabalho. Mas, qualidade de vida vai muito além disto. São importantes e fundamentais: condições de saúde psíquica, espiritual e física, comportamento emocional, equilíbrio entre lazer e trabalho, vida familiar harmoniosa, satisfação sexual, alimentação, presença e ausência de dor, entre outros.

Qualidade de Vida é um plano de vida estabelecido com condições de realiza-lo, não necessariamente completo, mas com prazer de trabalhar por esse plano. É o grau de satisfação do indivíduo com sua vida e o controle que pode exercer sobre ela.

De modo geral, refere-se a pessoa aparentemente saudável do ponto de vista físico e diz respeito, portanto, a seu estado de satisfação com a vida.

Nunca como nos últimos anos o ser humano sofreu tanta ameaça: fome, doenças, desemprego, educação de baixa qualidade, falta de oportunidades culturais e uma série de outros problemas que transformam a vida numa existência precária. Na tentativa de mudar este cenário, a preocupação com a qualidade de vida é um fator em ascensão nas organizações, com o objetivo de proteger seu maior patrimônio, o trabalhador, através de melhores condições de trabalho.

Por isso, o tema “Qualidade de Vida nas empresas” está cada vez mais presente, exigindo a atenção dos dirigentes empresariais. A globalização, que traz em si a concorrência, é um importante agente destas transformações. Sem qualidade de vida é visível a queda nos níveis de produtividade, nas perdas, nos retrabalhos e na desmotivação dos trabalhadores.

Os programas de qualidade de vida direcionados para cada empresa são de fundamental importância para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus colaboradores, bem como para o desenvolvimento eficaz das organizações. Torna-se possível proporcionar ganho considerável na saúde física, mental e emocional dos empregados, uma vez que tratamos de problemas que afetam e influenciam o rendimento no trabalho, qualidade e produtividade.

A questão mostra a importância da atuação das empresas no processo de valorização dos profissionais e que é um investimento, em médio prazo, em estratégias que proporcionam melhor Qualidade de Vida, mas sem deixar de realizar um trabalho de conscientização quanto à importância de procurar Qualidade de Vida para si mesmo.

 

Fabiana Berto

Fabiana Berto

Coordenadora de Ginástica Laboral da Ergolife | www.ergolifenet.com.br

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