Avistar realiza ação de conscientização sobre semáforo sonoro

Atividade acontece na sexta-feira (10 de agosto), das 10h às 11h30, em frente a sede da entidade.

09/08/2018 | 10:15
Última atualização: 09/08/2018 | 09:20

Foto: Divulgação (Avistar).

A Associação de Atendimento à Pessoas com Deficiência Visual de Piracicaba (Avistar) realiza na sexta-feira (10 de agosto), das 10h às 11h30, uma ação para conscientizar motoristas sobre o semáforo sonoro para deficientes visuais. De acordo com a fisioterapeuta e coordenadora da entidade, Andreia Cancelieri, a iniciativa tem como objetivo orientar os condutores sobre a existência do sinal adaptado e da importância de respeitá-lo. O evento acontece em frente a sede da associação, localizada na Avenida Antonia Pazinato Sturion, 830, no Parque Santa Cecília.

O semáforo sonoro tem como objetivo ajudar os deficientes visuais a atravessarem a via. Porém, segundo Andreia, muitos motorista desrespeitam a sinalização. A ação de sexta-feira terá o apoio da Polícia Militar e da  Secretaria de Mobilidade Urbana (Semutran) que vão conversar com os condutores que passarem pelo local e explicar como funciona o sinal sonoro.

“A gente verifica que os nossos usuários estão a pé ou no ônibus e quando tentam atravessar a avenida os carros passam mesmo com o sinal acionado”.

Esta é segunda vez que a Avistar realiza a ação. A primeira iniciativa aconteceu no ano passado. No entanto, o problema permanece.”Eles passam. Não tem jeito. Ou porque não conhece ou porque já estão acostumados com esse trajeto e não percebem. Nós queremos alertar para isso”.

Além da ação, a coordenadora informou que também já solicitou a administração do município a poda de árvores do canteiro central. “Muitas vezes essas árvores podem atrapalhar a visão que os motoristas tem do semáforo. Estamos aguardando para ver o que a prefeitura vai fazer”.

Avistar
Fundada há 13 anos, a Avistar tem como objetivo dar autonomia para os deficientes visuais e assim, inseri-los na sociedade por meio da escola e do mercado de trabalho. Atualmente, a entidade atende 50 pessoas (17 crianças e 33 adultos e idosos). Estes recebem cuidados psicológicos, pedagógicos, treinamento para uso da bengala, atividades físicas (e culturais) adaptadas e artesanato.

 

 

Arlete Moraes

Jornalista | PIRADIGITAL | arlete@piradigital.com.br

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